Arquivo de October 2010
Forró de Marcelo Adnet homenageia o Twitter
29/10/10
“Arroba, rebola e esfregue. O teu jogo da velha na minha hashtag”. Esse é o refrão da música cantada pelo excelente comediante Marcelo Adnet, apresentador da MTV, que faz menção direta ao uso do Twitter.
O clipe da música que brinca muito com o microblog foi ao ar no final em um dos programas do Comédia MTV. O videoclipe se encontra logo abaixo. Esse Adnet tem cada ideia…
Sharp instalará tela digital de 330 polegadas no metrô de Tóquio
29/10/10

As telas estão cada vez maiores, seja nas ruas ou dentro das casas. Em uma briga indireta com outras fabricantes a Sharp revelou seu gigantesco monitor de 330 polegadas em um evento no Japão.
Para tornar isso real, a fabricante teve que unir e interligar 18 televisores de 60 polegadas. Isso resultou em uma tela com 8,4 metros de largura e 1366 x 768 pixels de resolução. E o produto é tão fino quanto os televisores OLED. Essa gigantesca tela tem apenas 6,5 milímetros de espessura.
A Sharp não vai vender a tela de 330 polegadas. As pessoas poderão vê-la em ação na estação de metrô em Tóquio, cujo lugar é o de maior movimentação no Japão.
Domínios .com e .info são os mais perigosos da internet
29/10/10

Fonte: McAfee
De acordo com relatório Mapping The Mal Web (Mapeando os perigos da web), publicado ontem pela McAfee, os sites hospedados sob o domínio .com são os que apresentam a maior ameaça aos usuários da internet. De acordo com a empresa, 56% dos sites de risco terminam com esse domínio. A segunda posição fica com os sites .info, dos quais 30,7% oferecem alguma ameaça.
A McAfee analisou mais de 27 milhões de sites para descobrir quais domínios oferecem mais risco. Geograficamente, os sites do Vietnam (.vn) são os mais perigosos, enquanto os do Japão (.jp) continuam como os mais seguros para navegação. Além disso, a pesquisa também mostrou que 6,2% dos 27 milhões de sites analisados apresentam riscos de segurança. No ano passado, a marca era de 5,8%.
Paula Grave, diretora do setor de pesquisas de segurança para a web da McAfee, afirmou que “o domínio .vn (Vietnam) era relativamente seguro no ano passado, e este ano passou para a terceira posição dos domínios mais perigosos do mundo”.
Paula também explicou que
“as regiões preferidas pelos criminosos são aquelas em que o registro de sites é barato, conveniente e oferece pouco risco aos criminosos. Um domínio considerado seguro em um ano pode ser perigoso no ano que vem”.
Outra tática usada pelos criminosos é o registro de sites em domínios parecidos com os de nível superior. Um exemplo são os .cm (Camarões). Por causa da distração e de erros de digitação, um visitante que tenta acessar o site endereço-exemplo.com, pode acabar caindo em endereço-exemplo.cm, o que pode explicar a posição do país africano, em segundo lugar no ranking de domínios por países.
Os domínios mais seguros são os .travel e .edu, com menos de 0,05% de sites infectados, o que indica que 1 a cada 2 mil sites desses domínios oferecem algum risco ao visitante.
O arquivo PDF com o relatório completo pode ser encontrado no site da McAfee. Além disso, o visitante pode visualizar a pesquisa em um mapa interativo.
ASUS ressuscita o conceito de mouse redondo com o WX-DL
29/10/10
Fonte da Imagem: ASUSTeK
A ASUS anunciou, na última terça-feira (26), o WX-DL, um mouse ótico sem fio e sensível a toques. Mas isso não é o grande atrativo, e sim o visual dele. Ele se parece com um disco, e na parte central do topo conta com controles de mídia.
Fonte da imagem: All About Apple
Lembra-se do mouse que vinha com os iMac do final da década de 1990, aquele redondinho? E também do Magic Mouse, sem botões? Pode-se dizer que o modelo da ASUS reúne esses conceitos.
Evidentemente, o WX-DL é mais funcional. Além do uso normal ótico, o mouse também tem controles via toque com scroll de quatro direções. A resposta dos comandos é rápida com conexão wireless de 2.4 GHz.
Pouco tempo após o anúncio, o modelo já divide opiniões. Alguns usuários condenam o design, argumentando que os mouses redondos da Apple (inspiradores do WX-DL) foram uma lição de como não se fazer um mouse.
Já outros defendem que o design oval não deve ser extinto, apenas melhor adaptado ao novo contexto da computação, que aplica cada vez mais funcionalidades através de toques e gestos. O WX-DL, nesse contexto, é um exemplo de melhoria em relação às tentativas anteriores.
O WX-DL é compatível com Windows 2000/XP/Vista/7, pesa 62 g (mais 0,8 g do receptor) e chega ao mercado estrangeiro com o preço de US$ 80.
Apple: iPhone com SIM card integrado?
29/10/10

No interminável esforço para simplificar forma e funções, a Apple parece que quer resolver também o problema do SIM card, deixando-o – como há tempos fez com a bateria – inacessível aos meros mortais.
Algumas fontes dizem que junto com a Gemalto a Apple estaria desenvolvendo um SIM card especial integrado diretamente ao iPhone, que permitirá ao cliente a escolha da operadora na hora da compra do celular ou mais tarde, baixando os respectivos aplicativos na App Store, sem a necessidade de entrar nas lojas das operadoras.
O SIM é constituído de um chip com uma memória flash para os dados da operadora e uma ROM pré-carregada da Gemalto, com informações relativas à segurança de rede. As configurações das operadoras poderão ser feitas por meio de conexão a um computador ou diretamente na rede. A Gemalto deve providenciar toda a infraestrutura de distribuição de dados para as configurações das operadoras.
Ainda segundo essas mesmas fontes, alguns dirigentes de companhias telefônicas francesas teriam visitado a sede da Apple para discutir os detalhes deste novo SIM card, que permite facilmente mudar de operadora.
Quickoffice leva o eOffice ao BlackBerry OS 6.0 (em breve também em WebOS 2.0)
29/10/10

Entre os softwares de maior impacto para o uso de documentos Office em Smartphones, os mais interessantes pertencem à texana Quickoffice. A sociedade – que nos últimos anos confirmou colaborações estratégicas com os principais nomes do mercado – pode se vangloriar de uma rede capilar de distribuição com mais de 250 milhões de dispositivos em 180 países.
Entre os sistemas operacionais com suporte ao programa temos o novo BlackBerry OS 6.0, compatível com o eOffice 4.7. Desenvolvido pela Dynoplex (adquirida pela exatamente pela Quickoffice), possui todas as funções necessárias para modificar arquivos Word, Excel e PowerPoint com suporte também para Google Docs. Compatível com BlackBerry Torch 9800, custa US$14,95 (mais ou menos R$ 25) e pode ser testado gratuitamente por um período limitado (download via OTA aqui).
Boas notícias também para o WebOS 2.0 desenvolvido pela HP/Palm, que terá uma versão do Quickoffice Connect Mobile Suite. A primeira versão deve vir pré-instalada e permitirá somente a visualização; posteriormente se poderá fazer a atualização para obter mais funções (obviamente com o devido pagamento).
FIFA deve aplicar o uso de tecnologias no futebol a partir de 2011
29/10/10
- Após polêmicas da Copa, entidade está disposta a ouvir propostas, desde que demonstrem um sistema instantâneo

Fonte da Imagem: Getty Images
O presidente da entidade máxima do futebol (FIFA), Joseph Blatter, concedeu uma entrevista para o esportivo Lance!, e falou sobre o possível uso de tecnologias durante as partidas de futebol, com o intuito de evitar que erros de arbitragem influenciem diretamente nos resultados dos jogos.
Segundo Blatter, a FIFA pretende aplicar tecnologias para que se tenha certeza de que uma bola cruzou toda a linha do gol, desde que o método sugerido seja eficiente e instantâneo. Mas não está previsto o uso de recursos em outras situações de jogo.
(Maus) Exemplos da Copa
Dois jogos da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, foram o estopim dessa discussão. Em um lance da partida entre Inglaterra e Alemanha, pelas oitavas de final, a bola passou mais de 30 cm da linha do gol e voltou nas mãos do goleiro alemão (imagem no começo do artigo). O gol não foi marcado e o placar final foi de 4 a 1 para os alemães.
No mesmo dia, o atacante argentino Carlos Tévez fez um gol em claro impedimento que não foi anulado. A Argentina venceu por 3 a 1. Esse lance foi especialmente curioso: os telões do estádio exibiram tudo e os mexicanos, desesperados, apontavam para as imagens tentando convencer o árbitro do erro grosseiro. Não adiantou.
A FIFA então passou a ser pressionada, mas sempre mostrou uma posição conservadora quanto ao uso de tecnologias. Pelo menos até agora. Na entrevista ao Lance!, Blatter afirma que a reticência da entidade deve-se à falta de um sistema 100% eficaz e instantâneo. “Entenda, é preciso dar o resultado se foi gol ou não imediatamente, porque o jogo não para. E seria um absurdo parar a partida dez segundos depois. Um outro gol já poderia ter saído.”, afirma.
A FIFA aceita ouvir propostas
Mas mudanças podem acontecer. A FIFA já recebeu propostas de empresas para a implantação de sistemas de conferência. A ideia é encontrar um método eficiente e rápido para aplicá-lo em julho de 2011.
A FIFA se abre mais em relação à tecnologia, mas ainda se mantém um tanto conservadora. A entidade bate o pé quanto a aplicação de recursos somente nesses casos de gol, a fim de confirmar se a bola passou ou não pela linha. E só.
Fonte da imagem: CNN International
Outras modalidades recorrem a imagens para definir lances polêmicos. No hockey, por exemplo, um sensor de impacto fica no gol e dispara uma sirene para confirmar o tento.
No tênis, o jogador pode desafiar uma marcação do juiz e uma tecnologia tridimensional — o Olho de Águia — entra em ação para mostrar se a bola saiu ou não.
O futebol americano da NFL constantemente utiliza câmeras em lances decisivos. Isso, segundo Blatter, não está nem em pauta.
O discurso do presidente da FIFA, pelo menos, continua o mesmo há anos quanto ao uso de câmeras durante a partida: segundo ele, a discussão faz parte do futebol, como ele deixou claro na entrevista concedida: “Se não há discussão sobre decisões da arbitragem, então não é futebol. No futebol, os seres humanos estão jogando e os mesmos seres humanos estão apitando. Todos podem cometer erros.”
Pode-se dizer que torcedores rivais ainda terão muito o que discutir nas segundas-feiras, mas pelo menos, talvez a partir de 2011, eles sempre terão certeza em relação a uma bola que passou ou não a linha do gol.
10 tendências tecnológicas para os próximos 10 anos
29/10/10
Em 10 anos, a tecnologia acessível a todos nós mudou muito. Os próximos 10 anos não serão diferentes. Tenha uma prévia do que vai acontecer até 2020.

Fonte das imagens: PetitInvention/Mac Funamizu
É difícil falar de futuro mantendo um pé no chão enquanto a cabeça vai para as nuvens. É muito fácil imaginar utopias distantes e esquecer-se da realidade possível e plausível. Divagar em possibilidades tecnológicas que beiram os quadros de Salvador Dalí no que tangem à sua probabilidade de concretização.
O que esperar nos próximos 10 anos
Em meio a tantas novidades e a velocidade estupenda com a qual os avanços nos campos computacionais ocorrem, conversamos com dois expoentes na área para responder à seguinte questão: “Na sua visão, quais as tendências do mundo da tecnologia para os próximos 10 anos”?
As respostas de Paulo Iudicibus, diretor de Inovação e Novas Tecnologias da Microsoft e Isar Mazer, vice-presidente de Produto e Procurement da Positivo Informática trazem luz a um futuro obscuro, e fornecem uma visão gloriosa no que tange a mobilidade, a informação e a integração.
10 – Mais sustentabilidade, menos desperdício
Não é de hoje que a questão é levantada. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (que ficou conhecida como ECO-92) já discutia conceitos ainda desconhecidos como desenvolvimento sustentável, mudanças climáticas e a conservação e reaproveitamento de recursos naturais.
Quase 20 anos depois, o cerne da questão verde foi bastante aprofundado, e áreas como desenvolvimento de novos produtos e tecnologias levam a sustentabilidade como um de seus pilares fundamentais.
Para Paulo Iudicibus (Microsoft) existe um lado ecológico da tecnologia. “Cada vez mais os dispositivos terão que ser sustentáveis”. A teoria é corroborada por Isar Mazer (Positivo Informática): “A preservação do meio ambiente se ampliará também na área de TI, com o uso de materiais menos poluentes e recicláveis. Novos transistores e múltiplos núcleos vão viabilizar a redução de consumo dos computadores”.
Desta forma, ocorrerá a eliminação de componentes dispensáveis em eletrônicos, materiais biodegradáveis poderão ser empregados para bens de consumo supérfluo e a energia será gerada pelo próprio usuário simplesmente andando com o celular no bolso da calça.
09 – Imigrantes e nativos digitais trabalhando juntos
A maioria de nós é um imigrante no que tange a computação e a internet. Uma pessoa que nasceu e criou-se num ambiente offline, mas que aprendeu os meandros da computação e hoje em dia consegue executar suas atividades diárias utilizando uma ferramenta que era estranha no começo, mas que foram pensadas tendo em mente o nosso aprendizado e utilização.
No entanto, o mercado de trabalho deve começar a receber em breve os chamados nativos digitais. Pessoas nascidas nos anos 90 e 2000, que nunca precisaram pensar e agir offline, e para as quais um ambiente digital é tão natural quanto um ambiente não composto por bits e bytes.
Apesar da antecipação deste momento, as ferramentas que possuímos hoje não são pensadas para estas pessoas e sua habilidade natural de locomover-se pelos meios eletrônicos, bem como sua visão completamente natural do digital. Estes atributos novos no mercado de trabalho devem ser bem explorados, mas sem deixar de lado usuários imigrantes, que farão parte dos ambientes empresariais ainda pelas próximas duas ou três gerações.
A força de trabalho multigeracional, como é chamada, integra estes dois universos, e para Paulo Iudicibus (Microsoft) os ambientes de trabalho tem que se habituar às diversas gerações; a tecnologia terá que suportar a capacidade de trabalhadores, sem se dividir com fronteiras.
As grandes empresas do ramo de informática, já estão se preparando para esta diversidade cultural no ambiente de trabalho. Aos poucos, os outros segmentos do mercado devem seguir o mesmo padrão.
08 – Online o tempo todo e com todas as informações
Conexões Wi-Fi, Edge, 3G e 4G. Satélites, fibras óticas e redes ad-hoc. Laptops, notebooks, netbooks, smartphones, tablets, celulares, PDAs, pagers, televisões, desktops e muito mais pode ser resumido em uma única palavra: conectividade. E as formas inventadas de se conectar a este universo de dados que recobre o mundo ainda não acabaram.

Todos os dias, milhares de pesquisadores e engenheiros procuram a forma perfeita de manter um ser humano informado e conectado. Por meio do maior portal de downloads do Brasil, você fica sabendo as novidades sobre programas e área de tecnologia no seu desktop. Na faculdade ou trabalho, utiliza seu netbook para acessar emails e bater papo com os colegas. Em casa pode ligar a televisão e escolher o conteúdo que vai assistir.
A fragmentação do digital ainda é presente na nossa vida, mas tende a diminuir. Para Isar Mazer, da Positivo Informática, é fato que nos próximos 10 anos pessoas e máquinas vão se comunicar por redes de conexões neurais, permitindo aplicações práticas e inéditas, como o monitoramento da saúde, alimentação e clima.
Exemplos do que esta visão incluí são o fato de que seu médico saberá como anda a sua alimentação e enviará mensagens de acompanhamento instantâneo da sua saúde. Você se arrumará de manhã sabendo o que vestir para o dia vindouro, pois já conhece a previsão do tempo para o período.
07 – Tecnologia mais presente e menos aparente
É estranho pensar que, quanto mais a tecnologia avança, menos nós prestamos atenção a como ela nos cerca. Mas é exatamente isto que Paulo Iudicibus visualiza em um futuro próximo.
Donas de casa não precisarão fazer listas de compras, já que seus refrigeradores e dispensas farão encomendas automaticamente quando produtos estiverem acabando. Pagamentos efetuados por meios eletrônicos superarão o uso de papel moeda, e tornarão notas e cheques ultrapassados.
Mas tudo isso será cotidiano. Ninguém pensará “uau, como é tecnológico”. Será tudo… Banal.
06 – O fim do papel e o reinado do e-paper
Pensando em todos os itens anteriores combinados, parece óbvio que o uso do papel cotidianamente desapareça. No seu lugar surgirão telas ultraflexíveis que imitarão a utilização dada para seus predecessores, expandindo-as. Cadernos de notas se tornarão aparelhos celulares. Jornais serão atualizados instantaneamente. Cadernos carregarão informações de um terminal ao outro.
Algumas das formas citadas (bem como diversos pontos tratados neste texto) podem ser vistas neste vídeo, que é uma espiadela no futuro, criado pela Microsoft.
05 – Um mundo formado por imagens digitais em todo o mundo real
Devido ao barateamento das telas sensíveis ao toque e outras tecnologias de visualização, muito do que é feito de maneira precária hoje será digital. Os painéis com propagandas em movimento como na Times Square, em Nova Iorque, causarão espanto pela pouca qualidade e usabilidade das tecnologias disponíveis.
Mapas com visualização em tempo real das rotas e posições de transportes públicos estarão em cada parada, acompanhados da previsão de chegada do próximo veículo. Telas transparentes no lugar de vidros, imagens saltando das lojas e espelhos funcionando com realidade aumentada ajudando moças a escolherem suas roupas nos provadores são apenas algumas das possibilidades.
04 – Mescla entre realidade e “digitalidade”
Filmes de ficção científica tem o costume de mostrar holografias e imagens em três dimensões interagindo com usuários como uma pessoa normal. Para todos os que achavam este sonho sci-fi muito distante, repensem. A Microsoft deu um grande salto na interação homem e máquina introduzindo no mercado o Milo, um jovem cibernético que interage com você e reconhece seus movimentos, expressões e fala.
Agora imagine este tipo de tecnologia completamente desenvolvida, aliada ao barateamento dos custos de monitores e telas 3D sem o uso de óculos, e teremos guias turísticos em três dimensões andando com estudantes em museus, atendentes virtuais em lojas de roupas e muito mais.
03 – Armazenamento e colaboração nas nuvens
Para Paulo Iudicibus este ponto já é realidade, e tende a ser apenas aprofundado e melhorado. A computação em nuvem traz benefícios gigantescos, como a necessidade de espaços de armazenamento menores, edições colaborativas e menores requerimentos de hardware para aplicações, mas depende de uma conexão a internet constante e de alta velocidade para funcionar corretamente.
Este recurso ainda é subaproveitado, e com o barateamento da transmissão de dados, os equipamentos eletrônicos e a melhoria da qualidade dos serviços das operadoras de internet, a tendência é de que a maioria dos arquivos em um computador deixe de ser armazenada localmente e passe a ser pega diretamente da nuvem.
Pensando pequeno, você não precisaria ter uma coleção de MP3 e filmes em seu disco. Basta acessá-los e aproveitar um momento de descontração. Seus documentos, trabalhos e estudos ficarão hospedados na rede, e não será necessário enviá-los por email para o destinatário. Basta que ele acesse o arquivo e faça as alterações. Tudo será registrado, e você poderá ver exatamente o que foi alterado, quando e por quem.
Isar Mazer levanta um ponto importante: na nuvem, o usuário poderá interagir com aplicativos inteligentes, que utilizam suas várias experiências em diversos campos para evoluir linhas de raciocínio e fornecer serviços cada vez mais precisos e especializados.
Escritórios tendem a deixar de existir. Determinados cargos existirão apenas na forma de Home Office, já que o trabalhador não precisará se deslocar até o local do emprego, economizando os recursos naturais que seriam utilizados no transporte e o tempo do translado (retomando o ponto 10 – Sustentabilidade).
02 – Você não os vê, mas eles estão lá
Nanotecnologia. Computadores cada vez menores, com usos diversos. Microcirurgiões realizando operações dentro do corpo humano. Nadadores minúsculos despoluindo rios e mares. Robôs tão pequenos que são capazes de serem levados pelo ar para analisar condições atmosféricas no mundo todo, promovendo uma qualidade superior na previsão do clima e catástrofes naturais.

Fonte da Imagem: Claims Magazine
Ambientes com móveis adaptáveis às necessidades momentâneas e resoluções ainda maiores que as existentes hoje em espaços pequenos.
A criação de Sistemas Microeletromecânicos (Micro-Electro-Mechanical Systems, em inglês) ou simplesmente MEMs irá permitir acesso e controle sobre áreas humanas e naturais nunca antes pensadas.
01 – Melhoramentos humanos: a bioengenharia
Próteses biônicas perfeitamente integradas ao corpo humano, de forma que nem um observador atento consiga perceber a diferença. Já conseguimos fazer braços, pernas e olhos biônicos. A produção de um ser humano imortal ainda parece ser um sonho distante, mas a melhoria humana é um ponto mais real.
Aliado a todas as tecnologias e tendências anteriores, o homem procurar uma forma de melhorar suas capacidades e recobrar funções perdidas. Computadores que funcionem com o mesmo princípio dos neurônios (chamados de neurocomputadores) permitem a perfeita integração homem/máquina.

Fonte da Imagem: MIT Media Relations
Paulo Iudicibus levanta o ponto de que a Lei de Moore, que diz que o poder de processamento dos computadores atuais dobra a cada 18 meses, aliado às novas tecnologias, nos forneceria processadores aproximadamente 7x mais rápidos nos próximos anos. Isar Mazer complementa dizendo que a interação entre dispositivos e pessoas será tão natural como, hoje, são os relacionamentos, com horizontes expandidos graças às redes sociais.
Mescle a bioengenharia com a nanotecnologia, a conectividade relacionada com a computação em nuvem em uma pessoa nativa tecnologicamente e você terá uma visão do futuro muito além dos próximos 10 anos. Mas não se esqueça: as tecnologias necessárias para a produção deste tipo de realidade já estão em desenvolvimento, e os anos vindouros serão de grandes avanços nestes campos.
ITRI desenvolveu um AMOLED flexível de 6 polegadas
29/10/10

A empresa de tecnologia taiwanesa ITRI (Industrial Technology Research Institute) desenvolveu uma nova tecnologia, a FlexUPD, que permite a fabricação de um display AMOLED de 6 polegadas flexível e colorido de apenas 0,01 centímetros de espessura, que continua exibindo imagens mesmo com a tela dobrada. Ele pode chegar a dobrar ao menos cinco centímetros e a tela pode ser rolada até 15.000 vezes.
A ITRI também informou que essa nova tecnologia é simples e barata e que logo estará no mercado junto aos Gadgets. A AUO (fabricante de tecnologia de Taiwan) já informou que quer usar o novo display na fabricação de um e-reader flexível, que deverá ser lançado muito em breve.
O FlexUPD dispensa o uso de adesivos, graças a uma camada de ligação entre o vidro e o substrato flexível.


