Avaliações
Notebook MSI X340 encanta pelo design simplista e elegante
21/07/11
O notebook MSI X340 foi desenvolvido para satisfazer os desejos dos amantes de moda e design. Com visual elegante e cheio de curvas modernas o notebook possui acabamento Black Piano que lhe confere um diferencial frente a outros modelos.
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Ideal para quem precisa de portabilidade, mas quer algo mais potente do que um netbook, o notebook MSI X340 com seu 1,3 quilos e 2 centímetros de espessura é praticamente um MacBook Air mais modesto.
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Notebooks MSI
20/07/11
A renomada empresa de computadores portáteis MSI já conquistou a confiança de quem busca um notebook com design único e confiabilidade de uma excelente configuração. O notebook GT660 é ideal para os gamers.
O notebook GT660 tem sistema de áudio projetado pela Dynaudio, fabricante reconhecida pela qualidade de caixas acústicas para home theaters. Além disso, o notebook GT660 é equipado com a tecnologia exclusiva TDE (Turbo Drive Engine), que permite o aumento da performance da CPU com apenas um toque.
Confira no vídeo review sobre o notebook para gamers da MSI.
Sony VAIO para quem procura qualidade e sofisticação em um notebook
05/07/11
Quem procura visual impecável, acabamento de primeira qualidade e estabilidade, procura um notebook Sony VAIO. Referência em notebook a linha Sony VAIO agrada o mais exigente dos geeks.
A linha VAIO foi desenvolvida com o objetivo de desenvolver produtos diferenciados, com a mais alta qualidade e sofisticação. No mercado encontram-se disponíveis notebooks Vaio para os mais diversos bolsos e necessidades.
Se já não bastasse toda a qualidade da linha VAIO a Sony inova mais uma vez e traz dois novos softwares para interagir o seu Sony VAIO com o PlayStation 3.
O software “Teclado Remoto” permite que seu notebook sirva como um teclado sem fio para o seu videogame. Tudo via Bluetooth! Tarefas como navegar na internet ficam mais fáceis já que a digitação é feita pelo teclado do VAIO e não pelos botões e cursores do PS3. Você já encontra este software pré-instalado em alguns modelos ou poderá baixar no site.
Já com o software “Acesso Remoto” instalado no seu VAIO, você também pode se conectar ao PS3 de qualquer lugar através da internet e acessar o conteúdo multimídia que está armazenado no seu console.
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Câmera Shock Prova D’ Água Mormaii – A 4×4 das câmeras
27/06/11
Quem gosta de aventuras e deseja registrar os momentos emocionantes que vivência vai curtir a câmera Shock a prova d água da Mormaii. A prova d’ água até 5 metros, resistente a impactos, ela é a verdadeira 4×4 das câmeras fotográficas.
Dentro ou fora d água os 9 Mpixel interpolados até 12 Mpixel garante uma captura de altíssima qualidade. Com funções Smile Shutter e Face Detection a câmera Shock Prova D’ Água Mormaii transforma amadores em verdadeiros profissionais.
Confira no vídeo mais sobre essa incrível câmera!
Dell Inspiron R14 – Beleza e eficiência em um único produto
17/06/11
Quem procura a notebook com elegância, estilo e eficiência para encarar as atividades do dia-a-dia procura um notebook da linha Dell Inspiron.
Estilo, inteligência e simplicidade são padrão em todos os notebooks da linha Inspiron da Dell. Além disso, com diversos recursos avançados e designs modernos para escolher, você pode optar pelo Inspiron que se ajuste ao seu estilo de vida e orçamento.
Confira review da INFO sobre o notebook Dell Inspiron 14R.
As 10 previsões tecnológicas mais furadas dos últimos 10 anos
27/10/10
Assim como muitas empresas apostaram em conceitos lucrativos, muitos perderam o respeito com milhões em ideias fracassadas ou porque se recusaram a pensar diferente. Nós ilustramos alguns dos maiores fracassos tech da última década para que você nos ajude a escolher qual destas foi a previsão tecnológica mais furada dos últimos 10 anos.
O bug do milênio
Eis que o céu se rasgou em chamas de onde surgiram os 4 dígitos do apocalipse… Com apenas algumas décadas de existência, os anos para os computadores jamais precisaram mais do que 2 dígitos para mensurar o tempo. E como a primeira regra do aproveitamento prega que jamais devemos criar algo novo se o velho continua a funcionar, ninguém mexeu em uma linha sequer do antigo código COBOL para as datas.
Graças a esse comodismo, à meia noite do dia primeiro de janeiro do ano 2000, todos os bancos de dados do mundo interpretariam que havíamos voltado para o ano 1900. Todos os sistemas entrariam em colapso, controles essenciais parariam de funcionar e ninguém saberia o que poderia vir depois. A data chegou e, além da dor de cabeça, nenhum cataclismo tecnológico ocorreu.

Em 99 (ou melhor, em 1999), muitas empresas de todo o mundo investiram pesado na atualização de seus sistemas e, mesmo para os que não se alarmaram com a situação, nada de grave ocorreu. Segundo especialistas, a temível virada foi positiva para muitas companhias, pois enfim atualizaram seu sistema de dados.
A terceirização de serviços na data também marcou a ascensão de mercados tecnológicos até então pouco expressivos, como o indiano.
Barebones, desktops compactos
Olhando para trás, não é difícil perceber que a evolução dos componentes eletrônicos tende tanto para o aumento de desempenho quanto para a redução de tamanho. Apostando nessa ideia, a Shuttle Computer foi a primeira a lançar um desktop consideravelmente menor e com formato cúbico.

Fonte: Wikipédia.
Devido ao seu sucesso, poucos anos depois, o mercado estaria coberto de computadores de menores dimensões, alguns contando até com configurações entusiastas. Por um fértil período para o comércio, o sonho de consumo de muitos usuários era economizar volume na mesa de trabalho com um desses.
Ironicamente, o mercado parece não encontrar mais espaço para os barebones, resultando em prejuízo para diversas empresas que investiram no conceito e no acúmulo de peças que jamais foram vendidas. Atualmente, quem procura por uma máquina de alto desempenho parece não se incomodar com um grande gabinete. Já entre os modelos compactos, a nova febre diz respeito aos computadores all-in-one, que eliminam a figura do desktop.
Gateway
Se lançar uma nova onda (fadada ao fracasso) levou os barebones à extinção, não se adaptar ao mercado acabou ruindo uma das maiores empresas de computador dos EUA. Em 2004, a Gateway possuía 25% dos volumes de venda de PCs no território norte americano e era a terceira maior empresa do segmento, atrás apenas da Dell e da HP. Três anos depois, fora comprada pela Acer pela bagatela de 710 milhões de dólares para cobrir suas dívidas.

O principal motivo do fracasso da Gateway foi sua relutância em entrar no mercado de laptops. Enquanto seus concorrentes faturavam alto com a aposta dinâmica no segmento dos portáteis, sua estratégia tardia rendeu prejuízos suficientes para levar a companhia à falência.
Dreamcast
O lançamento do Dreamcast foi um sucesso absoluto, esgotando todas as 150 mil unidades postas à venda no Japão e as 500 mil nos EUA no dia de seu lançamento. O console que inaugurou a sexta geração contava com suporte a jogos pela internet, os melhores gráficos até então e diversas outras tecnologias únicas para a época. Foi um verdadeiro sonho para uma geração inteira de gamers, mas que em pouco tempo se tornou um pesadelo para a SEGA.

Depois de perder investidores, o videogame fora lançado às pressas para faturar antes dos concorrentes. Com a chegada dos demais consoles da mesma geração, principalmente o Sony Playstation 2, o hardware do Dreamcast acabaria em grande desvantagem. A mídia ótica era a principal delas, enquanto os demais adotaram o DVD como formato padrão, o console desenvolveu um formato próprio com apenas 1 GB de capacidade (o GD-ROM).
Logo, o volume de vendas do aparelho e de seus discos caiu a tal ponto que a própria SEGA acabou se aposentando do mundo do entretenimento eletrônico. Descontinuado na América em 2001 e em 2006 no Japão, o desenvolvimento independente de jogos continua graças a um kit lançado pela Microsoft. Algumas comunidades de fãs cultuam o Dreamcast, desenvolvendo aplicativos, emuladores e comunidades para o console.
Windows Vista
Em 30 de janeiro de 2007, o mundo conhecia o último fruto da maior empresa de softwares do mundo. O Windows Vista foi criado com o intuito de aumentar a segurança do mais difundido sistema operacional, ao mesmo tempo em que oferecia um visual deslumbrante com o efeito Aero.

Fonte: Wikipédia.
A primeira decepção veio quando os usuários descobriram que as melhorias na segurança não eram assim tão grandes. Os requisitos para rodar o sistema também eram altos e acabaram impedindo o upgrade de muitas máquinas. Finalmente, a quantidade de memória RAM exigida pelo Vista prejudicou seu desempenho em máquinas menos robustas.
O resultado foi uma grande quantidade de usuários optando pelas versões anteriores do sistema e uma quantidade imensa de reclamações nos telefones da Microsoft. Somente com a chegada de seu sucessor é que a sombra do Vista pareceu se diluir. Segundo dados da empresa, o número de usuários que migram diretamente do XP para o 7 é maior do que o de usuários que optaram pelo Vista.
HD DVD
O formato foi lançado comercialmente dois anos antes do que o Blu-ray, contava com apoios de peso como Microsoft, Toshiba e Universal Pictures, seus aparelhos eram muito mais baratos, possuía menus interativos, função quadro por quadro e conteúdos baixáveis da internet. Mesmo assim, o HD DVD perdeu a guerra de mercado para o Blu-ray. Por quê?
Alguns dizem que o espaço extra do BD foi o fator decisivo, outros defendem que a quantidade maior de parceiros com que o Blu-ray contava garantiu sua vitória. Mas a resposta mais aceita não provém do cinema, mas sim do mundo dos games: Playstation 3.

Fonte: Wikipédia.
No início da disputa, ambos os players eram ausentes no mercado, despertando a incerteza dos desenvolvedores. Como um dos principais patrocinadores do formato, a Sony teve a grande ideia de incluir a mídia em seu novo console. Sucessor de um dos videogames mais vendidos da história, em pouco tempo o Playstation 3 e o Blu-ray player estariam na casa de muitos espectadores.
Especialistas afirmam que, por cerca de dois anos, a venda de cada PS3 dava prejuízos à Sony e, mesmo assim, faziam dele o console o mais caro da geração. O resultado veio em 2008, quando os últimos estúdios deixaram de apoiar o HD DVD para se dedicar ao Blu-ray. Há quem afirme que o principal erro da Microsoft foi não adotar o formato para o Xbox 360, o console utiliza um drive de DVD comum e sofre com as limitações de espaço.
PDAs
Também conhecidos como Palm Tops, os PDAs (Personal Digital Assistants) ganharam vida nos anos 90 e se tornaram populares entre executivos na primeira metade da década seguinte. Em 2005 os PDAs possuíam Wi-Fi, Bluetooth, grande compatibilidade de formatos multimídia, funções touchscreen e processadores superiores a qualquer celular da época.
Mas em 2006, os smartphones passaram por uma evolução incrível e incorporaram a maleável conectividade 3G. Os desenvolvedores perceberam que era possível unir as funcionalidades de um PDA em um celular. Já as companhias telefônicas, que poderiam subsidiar os aparelhos para lucrar com os serviços.

Fonte: Wikipédia.
Ao final de 2007, o Palm Treo com seus anos de estrada atingia a marca de 690 mil unidades vendidas, enquanto o Blackberry já havia ultrapassado os 3 milhões de aparelhos. Até mesmo o recém-lançado iPhone já ultrapassava 1 milhão de aparelhos em operação. Diga-se de passagem, ninguém deseja carregar um aparelho grande a mais se um único smartphone supre todas as suas necessidades.
Segway
O veículo elétrico tinha a proposta de substituir os automóveis por um meio de transporte limpo para os meios urbanos. Não se engane com sua aparência simples, o desenvolvimento do Segway custou mais de 100 milhões de dólares para aperfeiçoar sua autonomia e equilibrar automaticamente o condutor.
Segundo previsões da companhia, o Segway seria o aparelho a bater a marca de 1 bilhão de unidades vendidas no menor período de toda a história. Contudo, desde seu lançamento em 2001 até o final de 2007, o veículo alcançou apenas a marca das 30 mil unidades.

Fonte: Wikipédia.
O preço de 3 a 7 mil dólares por veículo parece um tanto alto para que um veículo de visual desengonçado, porém que almeja ser consumido em massa. Alguns países exigiram habilitação especial para os condutores do Segway e proibiram seu trânsito em vias públicas, comprometendo ainda mais suas vendas. Contudo, ele continuará a ser utilizado por policiais em filmes de comédia.
Iridium
Alguém se lembra do Iridum, aquela companhia telefônica que prometia celulares por satélite capazes de funcionar em qualquer região do planeta? O conceito era simplesmente revolucionário e era motivo de destaque na publicidade mundial há cerca de 10 anos.
Com o apoio da Motorola, a Iridium gastou cerca 5 bilhões de dólares construindo e lançando os 66 satélites necessários para o serviço. Para cobrir o investimento, previa-se que 500 mil aparelhos estariam operantes em 1999. Contudo, o número de usuários não passou de 10 mil.

Fonte: Wikipédia.
Além de 3 mil dólares por cada aparelho, o custo das ligações era de 5 dólares por minuto. E como o aparelho dependia da comunicação com satélites para operar, não era possível fazer ligações dentro de carros em movimento, de prédios e de muitas áreas urbanas. Um preço tão elevado para um sinal instável não atraiu muitos clientes.
Na mesma época, as companhias de telefonia móvel cresciam amplamente nos países desenvolvidos, garantindo serviços de qualidade a preços muito mais acessíveis. Tudo isso fez com que o Iridium se tornasse uma das 20 maiores falências de toda a história dos Estados Unidos.
Por que a internet vai fracassar?
Calma, caro leitor, essa predição não foi escrita. Na verdade, a previsão que Clifford Stoll publicou em 1995 defende que o crescimento exponencial da rede de computadores entraria em colapso dentro de alguns anos. Fato que, felizmente, não se concretizou, uma vez que a infraestrutura da web evoluiu junto com o crescimento da internet.

Outro ponto defendido pelo autor era de que o ser humano é uma criatura social e, portanto, jamais trocaria os estabelecimentos físicos pelos serviços e transações virtuais. O que Stoll não previu foi a adaptabilidade dos homens diante das novas mídias. Em vez de reduzir, a internet amplia o circulo social dos usuários de um limitado espaço físico ao seu redor para comunidades online com milhares pessoas em todo o mundo.
Ao passo em que o crescimento da internet pode ser vertiginoso, ela jamais será capaz de se autodestruir. Em vez de ser consumida como os demais recursos naturais do nosso planeta, a previsão falha de Clifford Stoll evidencia que a tecnologia serve de matéria-prima para a própria tecnologia.
A mídia ótica começa a dar seus últimos suspiros de vida
27/10/10
Tecnologias cada vez mais rápidas, portáteis e interativas devem tornar as mídias óticas obsoletas em breve.
Quem utiliza computadores há mais de dez anos já usou muito os disquetes – “quadrados plásticos” utilizados para o armazenamento de dados. A necessidade dos usuários de salvar informações em quantidades cada vez maiores exigiu a criação de uma nova tecnologia: a mídia ótica.
Desde então, os CDs e DVDs têm sido fiéis companheiros dos usuários. Seja para gravar músicas, vídeos ou documentos, o disco ótico é a tecnologia que perdurou por quase uma década como soberano nesse tipo de atividade.
Depois de o disquete cair em esquecimento, ao que tudo indica, chegou a hora do disco ótico dizer adeus às prateleiras. O desenvolvimento da memória flash começa a despontar no mundo do hardware e equipamentos eletrônicos de última geração não contam com leitores óticos.

Um exemplo é o MacBook Air, laptop apresentado pela Apple no dia 20 deste mês, que não possui drive para a leitura de CD, DVD ou Blu-ray. Mas e se for preciso formatar a máquina ou recuperar o sistema operacional?
Para estes casos existe um pendrive com o Mac OS X Snow Leopard e o iLife instalados. Na visão da multinacional, este recurso elimina qualquer necessidade de mídias óticas.
Estaria surgindo um novo padrão de armazenamento e leitura de dados nos aparelhos eletrônicos? Quais as vantagens em utilizar a memória flash? Onde o USB 3.0 se encaixa neste contexto? As mídias óticas estão fadadas à extinção?

O ataque da memória flash
A memória flash é um dispositivo computacional do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory). Este componente possui chips muito parecidos com os utilizados pelas memórias RAM, porém, utilizados para o armazenamento de dados não voláteis. Em outras palavras, a memória flash preserva informações mesmo depois de o computador ser desligado.
Devido a tal atributo, é possível usar esta tecnologia como repositório permanente de conteúdos – os discos rígidos SSD, acrônimo para Solid-State Drive, os cartões SD de filmadoras e os pendrives são alguns exemplos. Preparado para conhecer mais características e algumas vantagens da memória flash?
Economia de energia e portabilidade
A economia de energia é o primeiro ponto vantajoso da memória flash. A tecnologia apresenta um consumo energético de apenas 5% do que seria preciso para alimentar um disco rígido comum. A redução de tamanho é outro fator que diferencia a memória flash da “concorrência”.

É possível encontrar pendrives menores que uma bolinha de gude. Convenhamos que é muito mais prático transportar dados em um aparato tecnológico com essa dimensão do que em um disco rígido convencional. Já imaginou ter que carregar um HD externo no bolso o tempo todo?
Velocidade
A velocidade na transmissão de informações da memória flash origina um diferencial enorme se comparado às mídias óticas. Enquanto um CD envia e recebe dados a 150 kilobytes por segundo, um cartão de memória SD consegue trocar informações cem vezes mais rápido. É quase a mesma coisa que colocar um Fusca e uma Ferrari lado a lado em uma disputa automobilística.
Durabilidade
Equipamentos que utilizam a memória flash como recurso de armazenamento são mais duráveis. Isso acontece porque esta tecnologia usufrui de semicondutores para registrar as informações do usuário. Estes componentes eletrônicos não possuem peças móveis, eliminando problemas oriundos de ações mecânicas.
Alguns modelos de dispositivos, como os cartões de memória SD, contam com uma carcaça tão resistente que são capazes de suportar intensas pressões, elevadas temperaturas e imersão em água. Parece impossível, não é mesmo?
Custo
Já pudemos perceber que a memória flash tem uma série de benefícios. Entretanto, estas vantagens tem um custo elevado. O valor de um gigabyte neste tipo de dispositivo é bem mais salgado do que em um repositório comum de dados.
Caso você queira adquirir um disco rígido SSD de 160 GB (um volume nada surpreendente atualmente) será preciso desembolsar entre R$ 1,2 mil e R$ 1,5 mil. Este preço é bem superior aos, no máximo, 400 reais que você gastaria em um HD de tecnologia convencional.

Os fabricantes tentam desenvolver uma combinação de tecnologias para baratear os custos de produção de dispositivos em estado sólido. A memória flash ficaria responsável pelo acesso a informações de uso frequente, tais como arquivos executáveis do sistema operacional.
A terceira geração do USB contra-ataca
A ameaça da memória flash à mídia ótica é reforçada pela chegada do USB 3.0 ao mercado. A tecnologia denominada SuperSpeed USB não é uma novidade. Ela teve suas especificações estabelecidas em novembro de 2008.
Quase dois anos depois, ainda não é possível encontrá-la aplicada em eletrônicos comercializados em grande escala. Mas segundo a previsão dos desenvolvedores, o novo padrão de conectores terá sua industrialização iniciada até o final de 2010.

De acordo com a instituição USB Promoter Group, idealizadora desta tecnologia, a taxa de transferência do USB 3.0 é dez vezes maior que a de seu antecessor. Nos teste realizados pelo grupo sem fins lucrativos a terceira geração do USB atingiu 4,8 gigabytes por segundo. Ela levou 70 segundos para transferir 25 GB de dados!
A batalha continua…
Com preços mais acessíveis e a enorme vantagem da portabilidade, os pendrives ganharam espaço no cotidiano das pessoas. A popularização destes dispositivos móveis fez com que os discos óticos ficassem restritos a, basicamente, duas finalidades: instalar sistemas operacionais e reproduzir arquivos de áudio e vídeo.
Esta primeira opção está sendo desbancada pela Apple. Como vimos no início deste artigo, o MacBook Air conta com um dispositivo SSD para a restauração do SO. Apesar de o notebook ser um dos pioneiros na utilização desta tecnologia, eliminar drives de leitura ótica é uma tendência que deve ser adotada muito em breve por outros aparelhos.
A extinção do raio azul
No que concerne à reprodução de músicas e filmes, os CDs e DVDs dominam amplamente o mercado nacional. O Blu-ray é mais adotado em outros países, onde seu custo é bem inferior. Devido ao seu potencial de rodar conteúdos tridimensionais, a tecnologia do raio azul esperava abocanhar o mercado multimídia a partir do ano de 2011. Como no mundo da tecnologia não existe calmaria, ele já está sendo intitulado como fracassado.

Os discos de Blu-ray nem se tornaram acessíveis para boa parte da população brasileira e já têm que lutar pela sua sobrevivência. Este formato de mídia chegou às prateleiras em 2008 e, menos de dois anos depois, a Blu-ray Disc Association (BDA) anunciou dois novos formatos para conteúdos digitais: o BDXL e o Blu-ray 3D.
Televisores interativos
Tendo em vista o que acompanhamos até aqui neste artigo, as previsões para as mídias óticas não são animadoras. Mas a ameaça a esta tecnologia, a qual nos foi útil durante tantos anos, não acabou. Os mais novos competidores com o armazenamento de dados, mais especificamente conteúdo multimídia, são os televisores interativos.

A Apple TV e a Google TV vieram para revolucionar a forma como assistimos à televisão. Com recursos de lojas virtuais, conexão com a internet e navegadores web, estes aparelhos pretendem oferecer ao telespectador filmes, seriados, shows e muito mais, sem que ele saia do sofá. A televisão da Google já está sendo vendida nos EUA.
É o fim das mídias óticas?
Afirmar que as mídias óticas serão extintas é agressivo demais. O formato BDXL, por exemplo, foi criado com o intuito de servir como backup de segurança para empresas. Talvez, outros modelos de discos óticos sigam o mesmo caminho. Obviamente, esta transição de tecnologias acontece de forma moderada e contínua, assim como foi com o disquete e o CD.
Porém, os usuários finais devem ficar com os dispositivos digitais. Os aspectos de durabilidade, segurança, velocidade e portabilidade – unidos aos atributos do USB 3.0 – tornaram a memória flash o dispositivo mais prático para a função de transportar dados. Para conteúdos multimídia as televisões interativas têm todo o potencial para tomar o mercado multimídia.
Google testa nova exibição nos resultados de busca
13/10/10
Procurar por qualquer tipo de informação na internet ficou muito mais fácil desde que a Google entrou em cena. A maneira revolucionária de indexar conteúdo utilizada pela empresa resultou em buscas mais rápidas e com respostas mais acertadas, facilitando o acesso ao conteúdo disponível online.
Agora ela parece pensar em facilitar a escolha ente os diversos links exibidos nos resultados da pesquisa ao apresentar, à direita da tela, uma captura do conteúdo dos sites relacionados antes mesmo do clique.

Fonte: Benjamin Rubin/Google Operating System
Com isso , a velocidade de obtenção de uma resposta relevante a partir da busca da Google aumenta consideravelmente, já que o usuário poderá identificar sites com o conteúdo desejado quase instantaneamente. Além disso, o sistema também ressalta as áreas do site onde aparece o conteúdo da busca realizada.
Porém, o sistema ainda não foi anunciado em nenhum canal oficial da empresa, e portanto, não há previsão da data de lançamento para todos os usuários.
WebP: novo formato de imagens do Google quer matar o JPEG
13/10/10
Quando a internet se popularizou no Brasil, era comum encontrar conexões sendo feitas com modems de 14K. Por isso, a navegação era complicada em sites com o conteúdo composto por muitas imagens. Hoje, mesmo com velocidades cada vez maiores ao redor do mundo, essa carga ainda é um fator que pesa em servidores e torna a rede um pouco mais lenta.
O JPEG sempre foi uma forma excelente de se diminuir o tamanho de arquivos de imagem sem perder consideravelmente a qualidade de forma visível para os internautas.
Entretanto, a Google fez algumas pesquisas de como é o tráfego na internet e chegou à conclusão de que boa parte dos “travamentos” e “demoras” durante a navegação são ocasionados pelas imagens. E, assim, resolveram lançar sua solução: o WebP.
O que é WebP?
Desenvolvido totalmente com base nas pesquisas realizadas com relação à navegação, a empresa criou seu próprio formato de imagens comprimidas, chamado WebP. Ele usa um método de compressão “leve” — ou seja, que mantém o máximo de qualidade visível.

O WebP consiste nos dados VP8 (originalmente, um codec de vídeo de código aberto) e em um container baseado em RIFF (blocos para armazenamento de metadados). Assim, em resumo, a intenção do novo formato de compressão é a criação de imagens melhores, com tamanhos menores.
O funcionamento é muito semelhante ao JPEG, pois você escolhe entre o tamanho do arquivo e o visual final. A diferença é que ele promete 39% mais compressão do que os outros formatos padrão para a internet, mantendo praticamente a mesma qualidade.
As vantagens e desvantagens do formato
Como dito acima, a grande vantagem do WebP é o fato de ser uma maneira de comprimir as imagens ainda mais do que antes e, mesmo assim, manter uma qualidade muito boa. O lançamento é totalmente em código aberto, para que todos os que quiserem contribuir consigam fazê-lo com facilidade.

Fonte: Divulgação / Google
O grande problema é que, por se tratar de um formato totalmente novo, o suporte a ele ainda não existe — nem por parte da Google. Sendo assim, será preciso criar alguma forma de compatibilidade para os navegadores, já que uma versão mais antiga de um browser (seja o Google Chrome, Firefox, Opera ou qualquer outro) não conseguirá visualizar nada que esteja em WebP.
Atualmente, a demora em realizar a conversão de um arquivo com WebP é oito vezes maior do que de um JPEG — sendo um dos maiores “problemas” dele. O tamanho máximo suportado pelo WebP da Google é de 16383 x 16383 pixels de altura e largura, o que já garante um uso relativamente “normal” para as páginas web que temos hoje. Entretanto, aprimoramentos no uso do novo formato devem aparecer nos próximos meses.
Quando começaremos a usar?
O formato já pode ser usado a qualquer momento, por qualquer um. No site oficial do WebP, no Google Code, é possível fazer o download da versão para sistemas Linux, que consiste no uso de linhas de código para comprimir e descomprimir as imagens.

Em breve, devem ser lançadas versões para o Windows também. Por se tratar de uma novidade, é difícil dizer quando e se o WebP se tornará algo comum na internet. As próximas versões do Google Chrome devem trazer compatibilidade para a novidade, mas resta aguardar para saber qual vai ser a posição dos outros aplicativos.
O que você acha, caro leitor? Será que o novo formato da Google vai desbancar o JPEG nas páginas da internet? Deixe sua opinião.
Saiba detalhes da esperada Apple TV
29/09/10

A nova Apple TV começa a chegar nas casas dos primeiros compradores e nas redações da imprensa americana que correram pra imortalizar o ritual do unboxing.
PCMag criou uma interessante galeria fotográfica da Apple TV onde é possível apreciar as dimensões do dispositivo e o conteúdo da confecção.
A caixa, como é já consolidado pela Apple, tem quase as mesmas dimensões da Apple TV, só um pouco mais espesso pra conter o cabo de alimentação, a documentação necessária e o controle remoto colocado em diagonal para usufruir ao máximo o pequeno espaço disponível.
Nessas fotos podemos apreciar também o verso da Apple TV e as portas posteriores, enquanto o confronto com a versão anterior dá uma boa idéia das dimensões reduzidas da nova Apple TV.








Assista ao vídeo com a avaliação da Apple TV

