Artigos com o marcador ultrabook

Tablets impõem um fim à era dos netbooks

O ano de 2012 não marcou o fim do mundo como os maias previram, mas determinou a extinção de uma espécie tecnológica em particular. Em 2013, os netbooks dão adeus às esteiras de produção. As duas únicas empresas que ainda continuavam a fabricá-lo, as taiwanesas Acer e Asus, oficializaram o fim da linha para o modelo.

Em 2007, quando surgiram no mercado, os netbooks foram vistos como um bote salva-vidas para a indústria de PCs. Em plena crise econômica mundial, o pequeno computador era uma opção mais atrativa ao consumidor. Em comparação com o principal concorrente à época, o notebook, o “net” oferecia maior portabilidade: a tela, de tamanho reduzido, tinha no máximo 10 polegadas, enquanto a de um “note” tradicional era de, no mínimo, 13 polegadas. Um net pesava algo em torno de 1 Kg e o note, pelo menos, o dobro disso. O preço mais baixo era outra vantagem: no Brasil, os modelos mais baratos saíam por R$ 699.

A universitária Bárbara Danthéias ganhou um netbook no Natal de 2011 e, desde então, é uma grande fã do aparelho. “Às vezes, a gente precisa terminar ou organizar trabalhos na faculdade e o netbook é ótimo para isso, tanto pelo tamanho dele quanto pelo fato de conter programas básicos, como o Word”, explica. Mesmo assim, a estudante reconhece as limitações do computador portátil. “A capacidade dele é bem inferior se comparada à de um notebook. Mas, nesses casos, ele já resolvia o meu problema”, comenta. Bárbara se refere principalmente ao poder de armazenamento dos netbooks, em média 160 GB, enquanto os principais notebooks já ultrapassaram os 500 GB.

Com o passar dos anos, os fatores de atração dos consumidores para os netbooks foram diminuindo. É o que analisou o jornal inglês “The Guardian”, explicando que uma das principais razões para o desaparecimento dos menores modelos foi a recuperação da economia mundial da crise iniciada em 2008. Com o alívio da crise financeira, as pessoas de volta para os computadores mais caros e mais potentes, como os novos “ultrabooks” e notebooks tradicionais. Percebendo isso, companhias como Dell, Samsung e HP já vinham, desde o fim de 2011, parando de produzir netbooks para apostar em aparelhos mais sofisticados.

Onda dos ´sem teclado´

Outro motivo foi o surgimento de tecnologias como os smartphones e tablets no mercado, que substituíram com maior eficácia as necessidades de portabilidade, acesso à internet, trabalho e entretenimento. Em 2011, a empresa de pesquisa Canalys divulgou que as vendas de netbooks caíram 25% em nível global, o que representou 29,4 milhões de produtos. Por outro lado, 63 milhões de tablets foram comercializados.

Segundo o IDC, as quedas são ainda mais antigas. O número de netbooks vendidos nos Estados Unidos cai vertiginosamente desde 2010. Em apenas dois anos, foram 1,25 milhões de unidades vendidas a menos. Além disso, graças ao preço barato, as companhias não conseguiam obter grandes margens de lucro que justificassem continuar a fabricação dos modelos após a diminuição das vendas.

Ronaldo Moura, analista de marketing da loja cearense Ibyte, concorda com a parcela de culpa dos tablets na extinção dos netbooks. “O tablet faz as mesmas coisas que o net e o custo é mais barato”, explica. Um computador portátil tem quase o mesmo preço de dois tablets nos modelos mais acessíveis. “Os valores (dos netbooks) têm baixado, mas não tanto para se igualar aos de um tablet”, afirma Ronaldo Moura.

Substituição

Segundo Felipe Nogueira, gerente comercial da Cecomil, “as vendas de netbooks na loja caíram em torno de 60% comparado com 2011″. Nogueira acrescenta que os tablets aparecem nos registros do estabelecimento com o mesmo percentual, só que positivo, de ascendência na comercialização. Para o gerente comercial, os números só confirmam a substituição de um aparato tecnológico por outro na preferência do consumidor.

Mas nem todos os consumidores compartilham dessa preferência. “Para mim, o tablet não compensa, porque eu nunca me acostumei com o teclado touchscreen. Até mesmo no celular eu acho chato”, opina a estudante Bárbara Danthéias. “Fiquei meio chateada quando soube que os netbooks deixariam de ser produzidos em 2013, porque eu tinha planos de comprar um melhor daqui a algum tempo, o que não vai ser mais possível”, lamenta a estudante.

Notebooks devem ficar para trás em 2013

Não foram só os netbooks que ficaram para trás na disputa mercadológica com tablets e smartphones. De acordo com previsão da NPD DisplaySearch, as vendas de tablets também vão ultrapassar as de notebooks em 2013. Segundo a pesquisa, a expectativa é de que sejam vendidos neste ano 240 milhões de tablets, em oposição a 207 milhões de notebooks.

Comparativamente, a previsão é de que, neste ano, sejam vendidos 64% de tablets a mais do que em 2012. Os líderes de vendas devem ser os modelos com telas entre sete e oito polegadas, que representam 108 milhões de unidades (45% do total). Dispositivos maiores, como o iPad de 9,7 polegadas, devem perder espaço, alcançando somente 17% das vendas – cerca de 41 milhões de aparelhos.

Os países de economia emergente serão os responsáveis pelo impulso nesse segmento de mercado, prevê a NPD DisplaySearch. Essa ampliação no mercado se deve também pelo aumento no número de modelos em 2012. No ano passado, a Samsung apresentou uma linha de tablets para diferentes gostos e bolsos; a Amazon aumentou a série Kindle Fire; a Apple lançou o iPad Mini; a Microsoft, o Surface; e a Google, a linha Nexus.

As vendas globais de PCs também caíram no fim de 2012, segundo a consultoria IDC. Mesmo o lançamento do Windows 8, novo sistema operacional da Microsoft, não foi suficiente para estimular os consumidores. A IDC justificou a frustração afirmando que os fabricantes não estão conseguindo lançar máquinas atraentes no mercado.

Os fabricantes de PCs venderam 89,8 milhões de unidades no último trimestre do ano passado, 6,4% a menos que o mesmo período de 2011. Esses números marcam o pior resultado dessa indústria em mais de cinco anos.

A indústria vendeu 352 milhões de PCs em 2012, 3,2% a menos do que no ano anterior. A IDC prevê um crescimento de 2,8% em 2013.

´PC Plus´

A chinesa Lenovo, a caminho de se tornar a maior fabricante mundial de computadores pessoais, está se preparando para explorar aquilo que chama de era “PC Plus”, com a empresa expandindo sua capacidade de produção em grandes mercados, entre os quais os EUA. A companhia chinesa se movimenta enquanto Hewlett-Packard, Dell e outras empresas líderes do setor de computação enfrentam dificuldades para sustentar seu crescimento.

Para a Lenovo, os computadores não estão a caminho de desaparecer. “Não vivemos em um mundo pós-PC”, disse Yuanqing Yang, presidente-executivo da Lenovo, em entrevista à agência de notícias Reuters. “Estamos entrando na era PC Plus”, afirmou. Para Yang, o mundo pós-PC só vai surgir para um grupo: as empresas que não inovarem em seus computadores.

A Lenovo, disse ele, redefiniu a categoria com produtos como o Yoga, um laptop com o Windows 8 que pode ser convertido em tablet dobrando a tela para trás, ou o Twist, um laptop cuja tela fica conectada à base por uma dobradiça. Os dois vêm tendo vendas fortes nos EUA, com a Lenovo conquistando 40% de participação no segmento com preços acima de US$ 900.

Desaceleração

25% foi a queda na venda de netbooks em nível global em 2011, afetando 29,4 milhões de unidades. No ano, 63 milhões de tablets foram vendidos

FIQUE POR DENTRO

Aparelho da Asus foi o pioneiro da categoria

A categoria de notebooks compactos, com recursos reduzidos e preço baixo, batizada de “netbooks” (por conta de suas características mais voltadas para o acesso à internet) surgiu em 2007. O “EeePC”, apresentado pela fabricante taiwanesa Asus naquele ano, foi um modelo desenvolvido baseado em um projeto de computador para criança. A primeira versão do modelo, o EeePC 700, tinha monitor de 7 polegadas e espaço em disco de apenas 4 GB, do tipo SSD. O modelo EeePC 900 foi lançado no mercado alguns meses depois, com monitor de 9 polegadas e 20 GB de armazenamento em memória SSD.

Fonte: Diário do Nordeste

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Ultrabook Zone na Cecomil

A Cecomil faz parte do projeto Ultrabook Zone da Intel. O projeto possibilita aos clientes Cecomil conhecer de perto o melhor mix de produtos com os processadores Intel.

A Cecomil é a única loja no Brasil que possui  móvel dessa categoria com a parede revestida.

Você pode conferir o espaço Ultrabook Zone na loja Cecomil Mega Store (Av. Dom Luis, 920, Aldeota).

Ultrabook Inspiron Dell, o presente de Natal que todo mundo deseja

O Ultrabook Inspiron i14z-5585 da Dell reúne todas as qualidades que você procurava para facilitar suas tarefas do dia a dia, seja em casa ou no trabalho.

Ele dispõe de 4 GB de memória RAM, HD de 500GB e memória flash de 32 GB, espaço de sobra para você armazenar todos os seus arquivos com praticidade e segurança. Desfrute de toda a tecnologia e velocidade da terceira geração do processador Intel® Core™ i3-3217U, que garante rapidez no desenvolvimento de todos os seus trabalhos.

O Ultrabook Inspiron i14z-5585 conta com toda a inovação do Windows 8, que foi reinventado para atender às necessidades e proporcionar novidades incríveis para que você tenha uma experiência totalmente personalizável, conectada, rápida e harmoniosa em seu computador.

Além disso, você poderá desfrutar de recursos como Gravador de DVD, Leitor de Cartões, conexão HDMI e Bluetooth para compartilhar vídeos, músicas e fotos entre dispositivos compatíveis com toda rapidez e facilidade.

E mais, acesse a internet de qualquer lugar com sinal disponível utilizando a conexão Wireless para ler seus e-mails, notícias, conversar com os amigos e atualizar suas redes sociais.

Toda a tecnologia e inovação que você pediu ao Papai Noel você encontra na Cecomil.

Tecnologia antifurto permite bloquear e localizar ultrabooks

Faz tempo que a Intel vem batendo na tecla de que os ultrabooks ormam uma categoria que vai além dos computadores com um corpinho fino, estiloso e performático. São máquinas que investem em novas tecnologias para proporcionar a melhor experiência de uso no cenário de computação continuada. Entre elas, tecnologias de segurança como a IPT ( Identity Protection Technology), que dispensa o uso de tokens ou hardware auxiliares para identificação segura  e a AT (Anti Theft ou Atirroubo), que acaba de chegar ao Brasil através de serviço da própria Intel e de parceiros como a McAfee, Absolute Software (representada aqui pela NNovax) e a Norton.

Dependendo do parceiro, os novos serviços antirroubo dos ultrabooks podem proporcionar desde o simples bloqueio automático da máquina até o seu rastreamento e recuperação. As soluções, que variam em recursos e preço, tiram proveito de um chipset presente na segunda geração de processadore Core que possuem uma camada de firmware e bios específica para fazer funcionar as soluções antirrou desenvolvidas pelos parceiros através do SDK e drivers disponibilizados pela Intel. Em outras palavras, essas soluções tiram proveito de recursos embarcados diretamente no hardware, dificultando sua desativação proposital.

Em linhas gerais, para fazer uso das soluções é necessário que o dono do ultrabook registre o PC no serviço antirroubo de sua escolha (ou fornecido pelo fabricante do equipamento). A rtir daí, a inteligência embarcada na máquina é capaz de detectar que ela foi perdida ou furtada e disparar uma série de ações. Como os recusrso são nativos do hardware, a máquina permanece inativa mesmo que o sistema operacional seja reinstaldo e a BIOs seja atualizada. Do mesmo modo, caso o ultrabook seja recuperado, o dono tem como reativá-lo facilmente, através do uso da senha cadastrada no serviço antirroubo.

Hoje um diferencial dos ultrabooks, herdado das soluções antirroubo que nasceram no mercado corporativo, com a tecnologia vPro, a tecnologia antirroubo já está disponível em todos os modelos de ultrabook vendidos no Brasil. A partir da terceira geração de processadores Core, a tecnologia também estará disponível para outros modelos de notebooks, além da categoria ultrabook.

Soluções presentes no Brasil

Ultrabooks da Sony e da Asus oferecem o serviço antirroubo prestado pela própria Intel. O proprietário de máquinas dessas marcas podem contratar o seviço online pagando uma anuidade de 50 reais. Gratuito nos primeiros 90 dias, inclui detecção de roubo e travamento da máquina, através da inoculação do que a Intel chama de pílula de veneno, além de proteção dos dados por criptografia e recuperação dos dados caso o equipamento seja encontrado.

Já proprietário de ultrabooks da marca Dell contam om o serviço Computrace LoJack para Laptops, da NNovax/Absolute, que além do bloqueio e da remoção remota de dados, também permite o rastreamento do equipamento através do ponto IP, da triangulação 3G e até da triangulação WiFi. O rastreamento está disponível em 94 países, contando com o Brasil e está incluído no valor da anuidade, de 65 reais. A empresa conta ainda com uma equipe forence de recuperação de máquinas, que atuam junto às polícias locais.

Donos de ultrabook fabricados pela Semp Toshiba e pela CCE, por sua vez já podem contratar o serviço Norton Anti-Theft, que também permite aos usuários o bloqueio remotoe a localização do equipamento. Entre os principais recursos oferecidos pelo Norton Anti-Theft estão Locate, que rastreia e mapeia a localização do equipamento quando o mesmo for utilizado para acessar a Internet; Notificação de Perda, que mostra uma mensagem customizada no equipamento, caso ele seja encontrado; Controle de Web, para gerenciar os recursos remotamente; e o Sneak Peak, que tira fotos de tudo e todos que estejam em frente ao equipamento (caso possua webcam). O serviço pode ser contratado pela loja online da Norton Brasil e requer o pagamento de uma anuidade de 69 reais para até 3 euipamentos, 119 reais para até 5 equipamentos ou 135 reais para até 10 equipamentos, já que é multiplataforma, funcinando também, via cama de software, em outros modelos de notebooks, tablets e smartphones.

Já proprietários de ultrabooks da Megaware, Qbex, Login e N3 Computadores contam com McAfee Anti-Theft. Integrado ao nível da BIOS, o McAfee Anti-Theft oferece uma ampla gama de recursos de segurança, incluindo localização e rastreamento, que pode ser ativado remotamente para encontrar uma máquina perdida ou roubada assim que ela se conectar à internet, seja via Wi-Fi ou 3G. Os usuários também podem ativar um modo “lock down” que desabilita o aceso ao aparelho, bem como um modo “stealth” que criptografa os dados sem que um eventual ladrão perceba isto. Eles podem ser ativados manualmente, ou de acordo com um período de tempo pré-determinado. O McAfee Anti-Theft já vem instalado nos ultrabooks e pode ser ativado gratuitamente também por um período de 90 dias. Quando este prazo expirar, o consumidor receberá um alerta da McAfee para renovar sua licença mediante o pagamento de uma anuidade de 79 reais.

Localização por triangulação WiFi

Wanda Linguevis, gerente de produto ultrabook na Intel Brasil, explica que muitos do recurso antirroubo _ especialmente os de rastreamento e localização _ só são possíveis caso a máquina esteja ligada. “Mesmo bloqueado o acesso ao sistema operacional, as antenas WiFi são ativadas, permitindo contato das soluções antirroubo com a máquina”, diz. Já o bloqueio automática pode ser disparado por outros gatilhos, como tempo de inatividade ou de falta de conexão internet e seguidas tentativas erradas de login.

Depois de bloqueado, o ultrabook não será inicializado e a tela bloqueada exibirá uma mensagem de recuperação. Por estar embarcado diretamente no hardware, o recurso é inviolável. Mesmo que o disco rígido seja trocado ou reformatado, a máquina continuará bloqueada, perdendo completamente a utilidade para o ladrão.

Caso o usuário recupere o computador, a reativação é rápida, e não danifica nenhum dos dados armazenados. Além disso, ainda que o ladrão retire o disco rígido ou SSD da máquina furtada e a instale em um novo computador, as informações pessoais não poderão ser acessadas, pois a maioria das soluções descritas acima prevê criptografia dos dados selecionados pelo usuário.

Fonte: PC World

Os melhores Ultrabook agora na Cecomil

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A Samsung, com o modelo 530 UB AD1, a HP, com o Fólio 13 2.000, a Dell com o XPS 13, a Asus e o Zenbook UX 31 E, e a Acer, com seu Aspire S3 toparam fazer um comparativo entre eles.

Veja o vídeo e descubra quem levou a melhor. Independentemente do resultado sabemos que não importa qual seja o modelo o ultrabook é um super gadget.

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