Artigos com o marcador Xbox 360
Gears of War 3 disponível nas lojas Cecomil
22/09/11
A espera acabou. O terceiro episódio de uma das melhores franquias já criadas está disponível na Cecomil. O jogo “Gears of War 3”, criado pela Epic Games e exclusivo para Xbox 360, aposta em novidades no modo cooperativo e multiplayer, que fazem muito sucesso em rivais como “Halo” e “Call of Duty”.
Para saber tudo sobre o “Gears of War” confira review no site PCWord. Adquira o seu na loja Cecomil Mega Store.
UFC arrasa também nos games
26/08/11
Neste sábado, 27/08, ocorrerá no Rio de Janeiro o UFC RIO, evento que contará com a participação de grandes nomes da competição como, por exemplo, Anderson Silva. São esperados 14 mil fãs que estarão presentes na HSBC Arena. A competição também será transmitida para 354 milhões de lares em 145 países.
Mas não é só nos ringues que o Ultimate Fighting Championship arrasa nos games a competição também faz sucesso. Conheça esses games pesos pesados.
UFC Personal Trainer
Com esse game é possível aprender técnicas de treino tendo como personal trainer vários nomes famosos do mundo das Artes Marciais Mistas (MMA). Existem mais de 70 exercícios onde os jogadores poderão aprimorar a força, resistência e o condicionamento do corpo, através de 51 rotinas físicas, que são focadas em desenvolver determinados grupos musculares do corpo.
O game UFC Personal Trainer está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360.
Supremacy MMA
Game para PlayStation 3 e Xbox 360 o Supremacy MMA é um jogo violento, com muitos golpes que não são permitidos no UFC, mas com certeza irá agradar os fãs de luta livre. A previsão de lançamento deste game é 23 de setembro.
UFC Undisputed 3
No game UFC Undisputed 3 a palavra de ordem é realismo. A movimentação e aparência dos jogadores são fiéis a realidade, o que proporciona a sensação de está visualizando uma luta sendo transmitida pela TV. O jogo estará disponível em janeiro de 2012, para os consoles PlayStation 3 e Xbox 360.
‘Kinect é só o primeiro passo’, diz o brasileiro que está revolucionando o mundo dos games
22/11/10
O criador do sensor de movimento que deve aposentar o joystick fala sobre o dispositivo da Microsoft, cujo lançamento acontece nesta quinta-feira no Brasil

Um aparelhinho que chega às lojas brasileiras nesta quinta-feira, ao custo de 599 reais, está mudando o universo dos games. O Kinect é um sensor que, acoplado ao console Xbox 360, também da Microsoft, capta os movimentos dos jogadores diante da TV e os transforma em comandos do game. Em resumo: é o fim dos controles como o joystick. Desde que foi lançado no exterior, há dez dias, o Kinect vendeu 1 milhão de unidades só nos Estados Unidos e Europa. Por trás dessa revolução (ou melhor, no centro), está um brasileiro: Alex Kipman, um curitibano de 31 anos que deixou o Brasil há 15 para estudar engenharia de software em Nova York. A ideia do Kinect surgiu quando ele passava férias na chácara da tia, na região de Curitiba. “Ao acordar um dia, percebi que não havia qualquer dispositivo eletrônico ao meu redor e gostei daquela sensação. Então, pensei que seria bom jogar games daquela maneira, sem fios ou controles: decidi dar fim aos botões”, conta Kipman. Confira a seguir a entrevista que ele concedeu ao site de VEJA.
Quanto tempo levou o desenvolvimento do Kinect?
Desde o início do projeto até seu lançamento foram gastos três anos. Apresentei a ideia à Microsoft em dois dias, provei que podia criar o aparelho em dois meses e trouxemos a novidade ao mercado em dois anos. Esse esquema “2-2-2″ mostra se a ideia é viável: o mundo evolui rápido e passar dez anos trabalhando em um só projeto não funciona nesse mercado.
Quantas pessoas participaram do projeto?
Eu mesmo desenvolvi o primeiro protótipo do Kinect. Na Microsoft, cerca de 3.000 pessoas participaram do desenvolvimento da tecnologia. A partir daí, outras milhares de pessoas se envolveram com o produto. Há um ano, quando mostramos pela primeira vez o sensor, cerca de 70% da indústria mundial de games já trabalhava em
títulos para Kinect.
Agora o senhor está envolvido em um novo projeto?
Estou trabalhando em uma segunda parte da minha visão. O Kinect foi só o primeiro passo.
E qual é esse próximo passo? É uma evolução do Kinect?
Não, trata-se de um projeto maior. Mas, infelizmente, não posso falar a respeito.
Será possível, no futuro, termos games controlados pela mente?
Controlar computadores com a mente é fácil. Eu mesmo já participei de algumas experiências. O problema é que as pessoas precisariam manter a mente limpa para poder executar um comando, como correr, pular ou atirar. É difícil para uma pessoa pensar em uma coisa por vez. Isso só acontece na meditação. Criar um sistema como esse seria como colocar toda a humanidade em estado de meditação. Então, logicamente, há poucas chances de controlarmos os games com a mente. O que vai acontecer é o desaparecimento dos botões e uma maior conexão por meio de dispositivos tecnológicos invisíveis, como é o caso do Kinect.
Como o senhor foi parar no mercado de games?
Eu jogo videogames desde que tinha cinco anos de idade. Logo aprendi a programar, por volta dos sete ou oito anos. Comecei com o Atari 2600 e me apaixonei por essa área do conhecimento que considero uma arte. Quando pensamos em arte, acabamos chegando na física. Tudo isso me levou para o mundo do software, onde a única barreira é a falta de imaginação. Anos depois, cursei engenharia de software na Rochester Institute of Technology, em Nova York.
Como se sente ao voltar para o Brasil para o lançamento do Kinect?
É emocionante. A ideia do Kinect nasceu aqui: nada mais justo do que voltar para mostrar o produto completo. Os brasileiros sempre gostaram e acompanharam a evolução do Projeto Natal, primeiro nome que dei ao protótipo do Kinetic, em homenagem à capital do Rio Grande do Norte, uma cidade de que gosto muito.
Terror e ação em Dead Rising 2
13/10/10
Sequência de um dos sucessos do Xbox 360, em Dead Rising 2, o jogador controlará o motoqueiro Chuck Greene, em Fortune City, uma versão caricata de Las Vegas. Só que ele terá de lutar pela sobrevivência contra milhares de zumbis.
O tema parece batido, né? Mas por se tratar de um jogo em que se pode usar praticamente tudo como arma, se torna muito divertido. Ta aí um game que quero jogar até cansar.
Conheça a nova versão do joystick do Xbox 360
01/09/10
O controle do Xbox 360 é praticamente perfeito. É confortável, preciso, tem excelentes direcionais analógicos e gatilhos na parte de trás (RT e LT), que funcionam muito bem em jogos de tiro e corrida. O grande problema fica para o direcional comum, a “cruzinha”.
No meu caso, particularmente, sofro para jogar games de futebol com o joystick, já que prefiro usar o joystick normal do que o analógico, nesse gênero. Nos games de luta, o mesmo problema.
Parece que essas questões estão para serem resolvidas. A Microsoft anunciou que em 9 de novembro será lançado um novo modelo de controle para o videogame. A principal novidade é que o direcional será digital e adaptável, de jogador para jogador (a altura será regulável). Além disso, os botões A, B, X e Y estarão em tons de cinza.
A informação foi divulgada pelo blog do Major Nelson, diretor de comunidade do Xbox 360. O novo controle será vendido apenas no kit com carregador de bateria por US$ 65 nos EUA.
Super policiais contra Zumbis – Impressões sobre Crackdown 2
26/08/10
Durante à noite, a cidade de Pacific City vira uma zona de guerra, já
que zumbis saem de seus refúgios para atacar a população local. Para
piorar, durante o dia, gangues locais aproveitam a instabilidade da
segurança para provocar a desordem total. É neste ambiente caótico que
é ambientado o jogo Crackdown 2, exclusivo do Xbox 360.
O jogador ingressará nesse cenário como um policial altamente
tecnológico, um tipo de “cybercop”. Esse tipo de agente é dotado de
força sobre-humana, pode desferir super-pulos e ainda tem proteção
extra contra balas inimigas. São três objetivos básicos: reinstaurar a
paz, conter o avanço territorial das gangues e ainda acabar com o
vírus Freak, que transforma humanos em zumbis.
Assim como o primeiro título da série, o game conta com um cenário
aberto em terceira pessoa em Pacific City. Por outro lado, os gráficos
estilizados deixam um pouco a desejar para a geração atual de
consoles. A jogabilidade também apresenta problemas. Enquanto os
movimentos de golpes marciais são limitados e sem inspiração, a mira
automática é confusa e dificilmente deixará de acertar um policial
amigo, por exemplo.
A maior graça em Crackdown 2 está no modo multiplayer, no qual até
quatro jogadores podem fazer as missões principais de fora
cooperativa. Para quem vai jogar sozinho, é um game que acaba se
tornando repetitivo e pouco divertido.
Confira uma prévia de como será o teclado em Rock Band 3
25/08/10
A grande novidade de Rock Band 3 será o da utilização do instrumento “keytar”, com 25 teclas. Será um teclado joystick que vai aumentar ainda mais a banda dos gamers. Até então, era possível tocar baixo, guitarra, bateria ou ainda cantar (no Beatles Rock Band, ainda .
E a Harmonix divulgou um novo vídeo que mostra um pouco de como será a jogabilidade do teclado. A ideia é fantástica e, ao mesmo tempo, muito simples. Tipo, como é que não tinham colocado o instrumento antes?
Rock Band 3 será lançado em 26 de outubro para PlayStation 3, Xbox 360 e Wii.
Mass Effect 2 também será lançado para o PS3
17/08/10


A tendência é a de que cada vez mais sejam extintas as exclusividades para os consoles. E nesta terça-feira, foi anunciado que uma das melhores franquias do Xbox 360 tanmbém será lançada para o PlayStation 3.
Durante um pré-evento na feira de games Gamescom, que ocorre em Colônia, na Alemanha, a produtora Electronic Arts anunciou que o Mass Effect 2 será lançado para o PlayStation 3 em 2011. O título foi lançado no início de 2010 para Xbox 360 e PC.
Sobre o Mass Effect 2
Esta sequência narra os acontecimentos dois anos após a ofensiva do Comandante Shepard que evitou a invasão dos Reapers. Agora, surge um novo inimigo, colônias inteiras de seres humanos desapareceram por toda a galáxia e cabe ao herói e a organização Cerberus, um grupo implacável cujo objetivo é salvar os humanos a qualquer custo, invadirem o território inimigo para desvendar o mistério por trás dos desaparecimentos e impedir esta terrível ameaça contra a raça humana.
Mass Effect 2 é um RPG e um shotter. O legal é que as respostas e decisões em conversas alteram o desenrolar da história. É um jogo denso, comprido, divertido e totalmente recomendado.









